Eu era um grande fã de hacks de Pokémon. Meus favoritos eram Pokémon Ambar e Pokémon Quartz. Eu achava que eles eram mais "incrementados" do que os jogos normais. Eu também decorei os nomes de todos os mais de 600 pokémons, tipos, evoluções, etc, vários GBAs, e tenho todos os jogos da franquia, originais ou não. Sou um verdadeiro fã de pokémon! Menos do pokémon #105. Esse pokémon até hoje me persegue.
Mas vamos falar de como esse pokémon me perseguiu. Primeiro, eu estava numa loja de jogos. Uma loja bem básica mesmo. Lá haviam diversos cartuchos, inclusive hacks de outros jogos. Havia uma prateleira com diversos cartuchos de hacks de Pokémon. Dentre todos os que eu havia jogado, havia um que eu nunca havia jogado: Pokémon Mystery Tower. Ao perguntar para um vendedor, ele me disse que esse hack apareceu do nada na caixa de correio, e que esse hack é o mais raro de todos, e talvez o único no mundo! Mesmo com os alertas do vendedor de que isso danificaria meu GBA (que eu guardava desde jovem), eu resolvi comprar.
Cheguei em casa. Era mais ou menos seis da tarde, e estava praticamente escuro. Peguei meu GBA em uma caixa debaixo da minha cama, e imediatamente coloquei o meu mais novo cartucho dentro dele. Estranhamente, o mascote da versão era Marowak. Mas não dei muita bola e resolvi colocar ali dentro.
Era um hack de Pokémon Yellow. Colorido, e a introdução era a mesma (olá, sou Professor Carvalho, blábláblá...), até que o jogo começou. O PC do meu quarto não estava ali (estranhamente), assim como a mãe do meu personagem. Mesmo assim segui normalmente até a grama no Norte, onde Carvalho me leva até seu laboratório. Meu rival não estava lá (apesar de eu o ter nomeado), perguntei á Carvalho e ele me disse que o rival foi fazer uma investigação em Cinnabar, junto com dois policiais, já que um "bruxo" roubou um túmulo de Lavender.
Não liguei muito. Meu inicial foi Pikachu (mas o Eevee estava disponível para escolha), e Carvalho disse para seguir em frente, e ele mostra sua coleção de pokébolas personalizadas e me dá a PokéDex. Todos sabem que o Carvalho só recebe as pokébolas quando o seu personagem as entrega, portanto era muito estranho.
Segui normalmente pela grama, mas não apareceram pokémons. Até que eu achei um pokémon, na esperança que fosse Pidgey, não era. O nome do pokémon era "GLITCH" e tinha a forma de diversos sinais matemáticos. Resolvi capturá-lo, usei meu Pikachu e depois de enfraquecer ele, o capturei. Não o nomeei, mas quando consultei minha box, estava ali um Marowak level 222 ao envés do GLITCH. De repente, meu jogo começou a bugar e foi direto para o início, onde ele havia sido salvo estranhamente. Cliquei em Continue e eu estava em um lugar cheio de códigos, como se meu jogo estivesse travando. Identifiquei aquele local como a cidade de... Lavender! Aquela música não me era estranha.
Falei com um old man na cidade. Ele me disse que o Cubone dele pertencia ao filho dele, que morreu em um assalto. Quando fui ver minha box, eu tinha mais de 100 pokémons (incluíndo as aves lendárias, mas elas vem antes de Lavender), 500 Masterballs, 1000 Pokébolas, 200 Ultraballs... era uma maluquice. Entrei na torre para tirar esclarecimentos, quando a recepcionista me abordou.
"Ficou sabendo da novidade? Gary Carvalho foi assassinado."
Entrei em choque.
Como Gary foi para Cinnabar e foi para Lavender sem avisar? Inacreditável. Estava com um frio na espinha. Fui subindo as escadas até a área dos túmulos. De repente, eu vi uma mancha saíndo do chão. Essa mancha me atraiu até ela e me abordou.
"A maldição cairá sobre os pokémons. Venha, sirva de exemplo."
"HOMOSAPIEN wants to fight!"
"HOMOSAPIEN sent out GLITCH!"
Aquela coisa grotesca era um esqueleto saíndo da terra. Já tinha ouvido falar, mas não imaginava que era real.
"Go! MOLTRES!"
Eu tinha que descobrir quem era esse GLITCH. Mandei meu Moltres usar o Peck, mas não causou nada de dano ao GLITCH lvl 111 do Homosapien. O GLITCH usou um ataque chamado "Curse" (aquele mesmo do Black Version) e tornou minha tela preta. Meu GBA estourou, mas estranhamente voltou a funcionar. Cliquei em continue e eu havia terminado a batalha contra o Homosapien. De repente, TODOS os meus pokémons haviam sido substituídos por um Marowak lvl 222. Eu reparei que todos da Torre estavam mortos, com sangue e tudo. Eu e os corpos estávamos num ginásio.
De repente, eu me lembrei do filho do old man. Ele era líder de ginásio e devia ter sido assassinado na invasão dos Rockets. De repente, um Marowak aparece, e me desafia para uma batalha.
"Meu filho e eu éramos pokémons desse pobre homem. Vamos ver se seus pokémons são bons."
"MAMMY wants to fight!"
Meus pokémons estavam zerados. Quando eu cliquei em "attack", o único ataque era "Struggle", que não causava efeito nenhum.
"MAMMY uses CURSE!"
Meu GBA explode mais uma vez. Com medo de ocorrer mais uma maluquice, taquei da janela e logo em seguida, toquei fogo. Fui dormir para tentar me esquecer de tudo aquilo.
De madrugada, pude perceber o som de Lavender ao lado da minha cama. Quando pude ver, um GBA todo estilhaçado na cabeceira da minha cama. Na tela, estava escrito:
EEm todos os produtos Google existem pessoas que enviamimagensde conteúdo questionável e que, quando denunciadas, são enviadas para um funcionário analisar e julgar se é mesmo conteúdo ruim ou não. De fato, o Google tem vários funcionários só para isso, especificamente contratados para lidar com que a empresa chama de “conteúdo sensível”. Um deles, em entrevista ao site BuzzFeed, relatou como é essa pavorosa experiência.
O funcionário, que não teve seu nome revelado por motivos óbvios, disse que em um determinado dia ele poderia ver cerca de 15 mil imagens de níveis variados de conteúdo questionável. Qual tipo de conteúdo? “Bestialidade, necrofilia, mutilação de partes do corpo, fetiches explícitos e pornografia infantil”, diz o empregado anônimo. Ele precisa fazer isso por que no caso de pornografia infantil, por exemplo, a lei manda que a empresa hospedando conteúdo tire as imagens do ar em até 24 horas.
Ele continua dizendo que “ninguém queria fazer [esse trabalho] dentro do Google”, por isso a empresa recorreu a contratos temporários. No caso desse empregado específico, ele ficou por nove meses fazendo a mesma coisa todos os dias, algo que ele diz que “me colocou em um lugar muito escuro”. Ele cuidava de produtos como o Picasa, Google Imagens e Orkut, mas haviam outros funcionários responsáveis por isso no YouTube.
O momento que ele percebeu que precisava de terapia foi quando o Google recomendou um teste com uma agente federal:
“Ela me mostrou fotos de atividades aparentemente inofensivas e me perguntou qual era minha primeira reação a ver uma determinada imagem. Eu disse “Isso é nojento!” é era apenas um pai com uma criança”.
Vale a pena ler a entrevista inteira, nem que seja para colocar em perspectiva que por mais que o seu emprego seja chato, ele não chega a ser tão traumatizante.
Todos sabem que a Pokémon Tower (dos jogos Red, Blue e Yellow) é misteriosa.
Mas é mais misterioso ainda explorar a torre. Além de achar frequentemente Ghosts (que variam de level a cada um encontrado), na versão Yellow duas treinadoras que pareciam estar chorando lutam contra o seu personagem. Antes das personagens o desafiarem, a primeira diz "Ghost, ghost, ghost!" e a outra diz "I... need... your... soul...". E o mais estranho de tudo, é que na versão Red, descendo uma escada, dá pra encontrar um gym abandonado.
E nesse gym, pode-se enccontrar Ghosts. Alguns acreditam que o líder de ginásio foi morto pelos Rockets no ataque contra a Torre.
Ou será que não? Já reparou que ali é um dos locais onde mais se aparecem Ghosts?
Todos os dias, enquanto assistia televisão até tarde da noite com minha irmã caçula, víamos comercial do famoso Dollynho, mascote do refrigerante Dolly, como sempre brincando com algumas crianças e cantando uma musiquinha que fala sobre o produto como sendo “o melhor”. Por si só, o Dollynho já não é algo muito encantador. É como palhaço: à noite dá impressão que vai te atacar vivo, comer seu corpo e levar sua alma pro inferno!
Este pensamento que aumentava mais por eu ter ouvido alguém dizer que o dono da Dolly tinha feito um pacto com o mal para que seu refrigerante virasse um sucesso independente da qualidade. A gente sabe que todo sucesso depende de pacto com espíritos, sejam bons ou maus. Pelo jeito, funcionou, porque, fala sério, Dolly melhor que Coca-Cola, nunca será. Geralmente o comercial me dá um ataque repentino, levando as mãos automaticamente ao ao botão de trocar de canal do aparelho da antena.
Não sei explicar como, mas numa noite eu vi o comercial demorando mais que o normal, com os olhos do Dollynho me fitando o tempo todo. Minha irmã, que estava mexendo em seu notebook, não viu nada. Aquela noite não consegui dormir, ainda imaginando aqueles olhos me fitando enquanto estava na cama. No outro dia, aconteceu de novo, mas desta vez percebi que os olhos do Dollynho estavam num canto da tela, e quando passou o comercial do refrigerante, eles foram para o meio, como na noite anterior, me fitando e impedindo de dormir mais uma vez.
Dois dias depois, resolvi apagar umas músicas do celular e abrir espaço para gravar a tela da TV (já que não tenho gravador de DVD ou VHS nem nada do tipo). Gravei vários intervalos e nada aconteceu de estranho. Por duas noites. Na terceira noite consegui capturar o comercial bizarro do mascote do refrigerante Dolly. Não olhei para a TV, pois sabia que se olhasse, como nas outras duas vezes, não conseguiria dormir, pois aqueles olhos estariam me vigiando. O problema é que ao salvar o vídeo, meu celular, que não é muito bom, desligou sozinho, e perdi a gravação.
Esta noite minha irmã viu a vinheta direto pela tela da TV, e ela então ficou até a outra semana sem dormir direito, alegando que o Dollynho estava debaixo da cama dela, e conseguia ver os olhos dele ao olhar ali. Até eu fiquei tendo pesadelos na semana toda. Depois desta noite, nunca mais vimos a vinheta estranha. Dias depois, meu pai comprou uma garrafa de Dolly guaraná. Eu e minha irmã não tomamos de jeito nenhum. Os demais tomaram. Coincidência ou não, todos foram para o hospital por causa deste refrigerante, menos eu. Ainda estão lá, não sei quando terão alta.
Estamos minha irmã e eu morando com minha vó, por enquanto. Lá ela não assiste TV de noite e nem toma refrigerante. É um refúgio para nós dois. Perguntei para meus colegas e minha irmã para as dela se alguém mais viu a tal transmissão naquelas noites. Alguns dizem que não e uns três preferem não falar sobre o assunto.
PS: achei alguém que postou uma gravação daquela noite na Internet. Parece que a imagem gravada não causa efeito algum, somente causaria ao assistir direto pela televisão, talvez por ter mais qualidade, não sei. Pelo menos para mim, não sei se é qualquer um que pode ver o vídeo.
Todos sabem que em diversos filmes da Pixar, existem os chamados "easter eggs". Easter eggs são referencias de outras midias contidas em uma determinada produção, como o caminhão da Pizza Planet aparecendo em todos os filmes. Um americano chamado Jon Negroni escreveu uma teoria que todos os filmes da Pixar realmente fazem parte de um macabro universo.
A base da teoria consiste em que todos os filmes da Pixar acontecem em diferentes momentos de uma gigantesca linha do tempo. E que todos os eventos que acontecem em algum filme influencia o que acontece em outros. E tudo começa, obviamente com Valente que é o primeiro filme na linha do tempo. O filme explica como animais e objetos inanimados se comportam como humanos durante os filmes da produtora.
No filme, Merida descobre que existe um certo tipo de “magia”, e que ao tentar resolver seus problemas ela acaba transformando a mãe dela em um urso. Descobrimos que essa magia vem de uma velhinha bem da esperta está ligada aos tais ‘foguinhos’ azuis misteriosos que são fonte dessa magia. Em Valente não vemos apenas animais se comportando como humanos, mas objetos inanimados também, como as vassouras na lojinha da bruxa.
A tal bruxa atravessa portas e desaparece misteriosamente. Não se esqueça disso, pois isso vai ser discutido mais a frente da teoria. A bruxa pode ser alguma pessoa que conhecemos...
Enfim, séculos depois de quando a história do filme se passa, os animais que foram cobaias da bruxa se reproduziram, criando assim uma grande população de animais que iam ganhando cada vez mais a capacidade de ‘personificação’ e inteligência.
A partir daí temos duas pontos importantes: a evolução dos animais e da inteligência artificial. Os eventos narrados em Ratatouille, Procurando Nemo e Up, mostram uma queda de braço constante entre humanos, animais e máquinas. Essa queda de braços arma o palco para algo bem maior que está por vir na timeline proposta pela teoria.
Em Ratatouille, vemos Remy tendo que conviver com sua crescente ‘personificação’. Enquanto sua colônia ainda se comporta como ratos ‘normais’, Remy não só quer cozinhar como entende absolutamente tudo sobre o negócio. O ratinho constrói uma relação de amizade com um pequeno grupo de humanos, porém o vilão do filme, o Chef Skinner simplesmente desaparece. O que será que Skinner fez com o conhecimento de que animais conseguiriam transcender seus instintos e suas capacidades, fazendo coisas – como cozinhar – melhor que humanos? Como conhecemos o Skinner, sabemos que ele não ficaria de boca fechada.
Será possível que esse rumor deu a ideia para que Charles Muntz – o vilão em UP – pudesse inventar bugigangas que dessem voz aos pensamentos de animais, mais especificamente seus cachorros? Os colares ~tradutores~ mostraram para Muntz que os animais seriam mais inteligentes e mais parecidos com humanos do que imaginávamos. É bom ter em mente que essa tecnologia foi criada para capturar um animal exótico que nosso antagonista aqui era obcecado.
Ao fim de UP, Doug e os outros cães são libertados e não sabemos quais são as consequências. Doug obviamente fica com Carl, mas e os outros cães? Podemos supor que a partir daí os humanos já tenham descoberto o potencial dos animais e o quão inteligentes eles seriam de verdade. Os humanos então começam a ‘contra-atacar’ para não perder o seu domínio, focando assim num crescimento tecnológico agressivo que culminará no mundo destruído que vemos em Wall-E.
No início de UP, Carl é forçado a sair de sua casa porque uma corporação está em plena EXPANSÃO pela cidade. Qual corporação é a culpada pela poluição da terra? Que causou a destruição de qualquer forma de vida na terra? A By-N-Large, ou a BnL.
By-n-Large (BNL), a corporação que quando o mundo ‘acabou’ controlava absolutamente tudo no planeta. No comercial “History of BNL” ficamos sabendo que a BNL tomou conta inclusive dos governos do planeta. Ou seja essa corporação conseguiu a dominação mundial.
Em Procurando Nemo, temos uma população inteira de criaturas do mar se unindo por uma causa nobre, um pai em busca do filho que foi raptado por humanos. A BNL aparece no filme também, em uma notícia que fala sobre o vasto e maravilhoso universo embaixo d’água. Procurando Nemo é mais um exemplo de que os tais ‘animais inteligentes’ já estão dando nos nervos dos humanos.
Por que a Dory é tão considerada tão ‘estranha’? Por que ela não é ‘normal’ como os outros animais que vemos no filme? Bem, porque ela não é tão inteligente assim. As falhas de memória podem ser analisadas como uma pequeno atraso na evolução (que comentei lá em Brave) de Dory. O que pode nos mostrar o quão rápido alguns animais estão evoluindo. A ponto de deixar outros para trás no processo. Talvez encontraremos mais respostas e na sequência de Procurando Nemo, em que o foco será na própria Dory. Além disso poderemos ter uma visão maior em relação a essa animosidade crescente entre humanos e animais. Até porque esse é o mais longe que chegamos no que se trata dessa ‘briga’. A partir de agora é humanidade vs inteligência artificial. O que nos leva diretamente ao primeiro filme da timeline a tratar do assunto: Os Incríveis. Se eu te perguntar quem é o vilão do filme, você irá rapidamente dizer “É o Síndrome uai.” (talvez sem o uai). E se eu disser para você que são as máquinas os grades vilões por trás do pobre ~Gurincrível.
Ao mesmo tempo em que toda essa evolução dos animais acontecia, também ocorria a evolução das máquinas, nos levando ao filme Os Incríveis, história da família de super-heróis que volta à ativa após um período de proibição do uso dos poderes por super-humanos. A história acontece, muito provavelmente, na década de 1970 ou 1980, então funciona como um antecedente de Toy Story. O vilão, Síndrome, assassina super-heróis para se vingar de seu antes ídolo, Sr. Incrível. Mas esse é o ponto: Síndrome não possui super poderes, ele usa tecnologia para cometer seus crimes. A questão é: Síndrome realmente é o culpado? Sua vingança não é simples, ele vai muito além do que deveria, pois a única coisa feita pelo Sr. Incrível foi desapontá-lo, porém ele mata super-heróis utilizando seu omnidroid, uma inteligência artificial (I. A.) assassina.
Quando o Sr. Incrível é pela primeira vez informado acerca do omnidroid, Mirage diz que aquela é uma máquina a qual, de certa maneira, se rebelou, e o super-herói coloca que as máquinas já estão tão inteligentes a ponto de poderem até questionar por que recebem ordens. Após um tempo, o omnidroid se volta contra seu criador, ação que pode nos fazer pensar acerca do atual papel de Síndrome. Na verdade, ele poderia estar sendo controlado pelas I. A.s para destruir os super-humanos, o grande obstáculo à dominação mundial das máquinas feita através da BNL. Por exemplo, pode-se notar, quando Edna explica a morte de alguns super-heróis, que eles foram mortos por objetos, máquinas, tal como aconteceu à super-heroína que foi sugada pela turbina do avião.
Agora, podemos pensar acerca do problema das máquinas em relação aos humanos. Os animais já tinham esse problema, tudo porque os humanos os usaram para conseguir o que queriam e estavam poluindo a Terra. Para entender mais das máquinas, é necessário olhar Toy Story. Nesse filme, vemos brinquedos, que nada mais são que objetos comuns inanimados, com vida. Brinquedos não são máquinas, então qual a ligação? E como ganharam vida? Mais uma vez, a resposta está em Síndrome. Ele diz ao Sr. Incrível que seus lasers são alimentados por Energia de Ponto Zero. Acredite, isto é realmente uma teoria da física quântica, sendo a energia de ponto zero a energia existente no vácuo. Esta é uma explicação razoável para como os brinquedos adquirem vida.
Em Toy Story, é clara a insatisfação dos brinquedos em relação aos humanos, os quais, quando crescem, rejeitam-nos ou fazem deles objetos de exposição. Por exemplo, Jesse, a menina vaqueira, decepciona-se com Emily, sua antiga dona, ou quando os brinquedos, liderados por Woody, atacam Sid. Assim, os brinquedos, assim como as máquinas, também acabam por defender a ideia de dominação mundial, apesar da grande dependência destes objetos pelos humanos. O filme parece dar dicas de que os brinquedos (isso também vale para as máquinas) realmente necessitam dos humanos, visto que, quando são guardados por muito tempo e deixados de lado, acabam por morrer, quebrar, tornando-se obsoletos. Ou seja, os humanos são necessários. Mas nesse filme, as máquinas já começaram seu processo de dominação e já estão livres, pois nos anos 2000 já não existem mais super-humanos. Acontece que a dominação não é pela força ou de uma forma direta. Não, ela é discreta, toda feita através da BNL, deixando os humanos confiar cegamente em seu poder, suprindo cada uma de suas necessidades. Qual a consequência disto? Poluição, o que gera a raiva dos animais e consequentemente sua tentativa de tomar o controle. Quem protege os humanos? As máquinas. Elas vencem e, a partir daí, não se vê mais animal algum na Terra. Quem sobra? As máquinas, ou melhor, Carros.
Os humanos, como a Terra se tornou um planeta impossível de se viver, foram para o espaço, onde acontecem os eventos de Wall-E. No filme, os humanos não fazem nada, a não ser ter suas necessidades satisfeitas. As máquinas fazem absolutamente tudo pelos humanos, como se estes fossem brinquedos, exatamente como os humanos faziam com elas.
Enquanto isso, na Terra, os carros vivem maravilhosamente. Viajam, correm, e muito da cultura humana se mantém vivo. Mas há um porém: como já dito anteriormente, as máquinas precisam dos humanos para sobreviverem. A BNL havia prometido limpar a Terra para o retorno dos humanos, porém falhou nesta empreitada. Qual a consequência? A morte das máquinas na Terra. Sendo Wall-E o único sobrevivente. Pode ser que a paixão do robozinho pelos humanos e sua amizade com a barata tenham provido o necessário para ele continuar vivo, sendo estes dois fatores substitutos da relação direta com os humanos. Ele tinha sempre em mente os tempos de paz entre os humanos e as máquinas.
No fim do filme, os humanos retornam à Terra e trazem consigo, graças a Wall-E, a nova fonte de vida do planeta: a plantinha dentro do sapato. Nos créditos do filme, é visto que a planta cresce e se torna uma grande árvore, muito parecida com aquela de Vida de Inseto. O argumento aqui é meio falho, mas existem outros motivos para se colocar Vida de Inseto depois de Wall-E na cronologia.
Em Vida de Inseto não aparecem humanos justamente porque existem muito pouco deles, mas os insetos existem em variedade, pois conseguiram sobreviver com mais facilidade, pista dada pela barata de Wall-E. Além disso, outro fato que corrobora com a colocação deste filme no futuro é justamente como os animais agem: os insetos têm cidades, bares e circos. A influência humana na vida dos insetos é muito maior do que dos animais pré-Wall-E. Ainda existem humanos, fato comprovado pelo mosquito que afirma ter tido as asas arrancadas por uma criança, mas ainda assim os humanos praticamente não são citados. Um inseto até diz para Flik tomar cuidado com o mundo lá fora, pois existem “cobras, pássaros, e insetos maiores”, mas nada de seres humanos.
E então? O que acontece depois? Muitos séculos se passam e uma nova raça nasce: monstros. A civilização dos monstros acontece num futuro muito distante. O interessante é que, como apontado em Universidade dos Monstros, a universidade foi fundada em 1313, levando-nos a concluir que Monstros S. A. se passa 1400 anos ou mais depois de Vida de Inseto. Sendo assim, os monstros recomeçaram o calendário.
Os monstros são, possivelmente, animais geneticamente alterados pela radiação que durou pelo menos 800 anos (período no qual a humanidade estava no espaço). Claro que a mutação não ocorreu durante Wall-E, pois levaria muito mais tempo para aqueles animais tornarem-se os monstros. Outra ideia, bastante nojenta, é que os monstros seriam o resultado do cruzamento de humanos e animais… Mas seja como for, deve ser discutido o que houve com os humanos. Uma ideia é a seguinte: os monstros, com o tempo, esqueceram a necessidade que tinham dos humanos e acabaram por eliminá-los de vez. Porém, redescobriram-na quando precisaram de energia. Assim, eles descobrem uma forma de ir para o mundo humano e conseguir a energia da qual necessitam. Acontece que as portas utilizadas no filme não levam à outra dimensão ou outro mundo, elas são portais temporais. Os monstros voltam ao passado, ao período em que os humanos ainda dominavam o mundo ou pelo menos criam nisso, e assim conseguem sua desejada energia. É interessante pensar na relação entre os animais e os humanos: não parece ter sido nunca mais a mesma, visto que era instintivo dos monstros acreditar que tocar em humanos era algo letal. Crença gerada pela cicatriz da ferida. Outra explicação seria que os monstros perceberam que mexer com o tempo poderia alterar sua existência, levando-os até mesmo a não existir, e por isso proibiram o contato direto com os humanos. De qualquer forma, eles acabam por assustar os humanos para conseguir a energia, mas depois dos acontecimentos percebem que o riso funcionava melhor. Assim chegou ao ponto no qual os animais, as máquinas e os humanos finalmente viveram em paz. Para corroborar com a ideia da viagem temporal, pode-se comparar os trailers que aparecem em ambos os filmes. São idênticos, exceto pelo fato de o de Vida de Inseto parecer muito mais velho e destruído que o de Monstros S. A., claramente habitado.
Assim, fica claro que Monstros S. A. é o filme mais futurístico da Pixar. Mas há uma personagem da qual falta falar e é muito importante para a história dos monstros: Boo. O que houve com ela? A teoria diz o seguinte: ela, após os acontecimentos do filme, obviamente cresceu e possuía lembranças do ocorrido. Ela se tornou obcecada em reencontrar Sully, o seu gatinho. Por que os animais de sua época não eram como aqueles que ela viu? Sua obsessão à leva a buscar respostas, mas ela lembra de algo mais: “portas” eram a chave, era assim que se mudavam os ambientes. Depois de muita pesquisa, ela encontra a resposta. Torna-se, então, adivinhe: a bruxa de Valente.
Lembra que a bruxa sempre desaparecia quando atravessava portas? Pois é, Boo descobriu que a fonte das viagens temporais eram os will-o’-the-wisps e assim passou a vida criando diversas portas para encontrar Sully. Uma comprovação disto é a imagem abaixo, um desenho de Sully na casa da bruxa.
É possível até ver na mesa de trabalho uma escultura de madeira do carro do Pizza Planet (a pizzaria de Toy Story onde Sid captura Woody e Buzz). Como essa bruxa conhece isso? Ela vivia na Idade Média, é óbvio que não existia. Assim, o argumento da viagem temporal faz bastante sentido aqui.
É comentado também que as várias pistas e ligações de um filme para outro da Pixar foram deixadas por Boo em suas constantes viagens pelo tempo. Mas a grande pergunta: como ela faz isso? Só magia? Talvez a resposta esteja na madeira, aliás, talvez a resposta seja a madeira. As portas utilizadas pelos monstros os monstros usavam era de madeira. Charles e Ellie sentavam-se sob a sombra de uma árvore, que também se parecia muito com a de Vida de Inseto, então será que a energia emanada da árvore não era a fonte da criatividade de Charles (o qual pensou numa casa que voava através de balões) e de Flik (que construía invenções fantásticas)?
Essa necessidade por energia, provida pela madeira, pode explicar até o aparecimento de Flik e da Lagarta em Toy Story 2, visto que, em uma de suas viagens, Boo pode ter parado no futuro pós-Wall-E e precisava de madeira para viajar pelo tempo, então encontrou a árvore de Vida de Inseto e, sem querer, acabou trazendo alguns insetos consigo na viagem. Agora, também se pode esclarecer o porquê de Boo ter escolhido viver na Idade Média: lá existia muita madeira, energia, e também é onde se encontravam os will-o’-the-wisps, a fonte de tudo.
Com isso, deduz-se que todo o universo da Pixar reside na busca de Boo. Seu amor por Sully é a pedra angular deste universo. Isso gerou todos os acontecimentos, toda a guerra, a cobiça por energia. Mas também gerou a busca por evitar a destruição da Terra, a valorização do próximo, a busca pelo amor. Essa é a Teoria da Pixar, aparentemente um retrato da nossa sociedade, pois a maior busca do ser humano é a busca pela felicidade, busca esta que reflete em toda nossa história e em praticamente todos os nossos atos.
Vale lembrar que tudo isso aqui escrito é pura especulação e está aberto a alterações. Qualquer acréscimo seria ótimo e o assunto poderia dar um estudo bem interessante! Talvez a madeira não seja realmente madeira, mas sim um símbolo da própria natureza, que é a chave para todas as ações humanas e deve ser protegida. Quem sabe, no fundo, se algum dia essas especulações forem dadas como verdade (o que é bem improvável, mas não impossível), a Pixar talvez quisesse passar a todos nós uma grande e importantíssima mensagem: não é só filme, não é só ficção, é reflexão, é precaução.
Todos aqui viram a postagem do Incidente de Wyoming, que tratava sobre uma invasão de sinal de TV. Esse hacker ficou conhecido como "333-333-333". Pessoas relataram que haviam videos com o mesmo nome pela web. Eu decidi vasculhar e acabei achando o video acima. Um cinegrafista filma essas camas em algo que parece ser um acampamento. E uma musica estranha toca ao fundo. Mas, se a musica for escutada ao contrario, pode-se escutar frases como "hail satan" ou algo do tipo.
AVISO: Se tem medo de escutar esses videos sinistros a noite, caia fora.
Em todo jogo de Pokémon, existem cavernas escuras que precisam da habilidade “Flash” para que você consiga ver dentro delas. No entando, você já tentou passar por elas no escuro?Descobri esse truque no Pokémon Gold, e desde então tenho tentado em todos os jogos de Pokémon que tenho, até mesmo os da geração 1.Você deve estar em uma caverna escura ou em qualquer outro lugar onde você precise usar o Flash. Ande por lá, lute com pokémons no escuro, esbarre em treinadores, e continue a vagar. Em algum momento, você encontrará uma escada que não está no mapa. Desça por ela.
A tela vai ficar preta e você vai ouvir o barulho de “descendo as escadas”, mas este barulho tocará quatro vezes, como se você estivesse descendo quatro andares.
Uma caixa de texto aparecerá na tela preta, dizendo apenas “Onde você acha que está?” A música ficará distorcida por alguns segundos e a tela falhará. As vezes você ouvirá um “baque”, como se tivesse batido numa parede, ou o som distorcido de um pokémon chorando, parecendo um grito.
Depois disso, você será capaz de enxergar novamente. Nas gerações mais antigas de Pokémon, vai apenas parecer que você encontrou uma área nova que não estava no mapa. Nas versões mais novas, você pode perceber que algo está errado porque tudo está preto e branco.
Você estará em uma grande sala vazia. As quatro paredes possuem algo escrito nelas – normalmente é seu nome de jogador, a hora, ou o nome dos seus pokémons. Você pode andar através de uma das paredes, o que varia de jogo para jogo. Se eu me lembro corretamente, é a parede norte no Diamond e a à esquerda no Yellow… E por aí vai.
Quando você atravessa a parede, você estará do lado de fora da caverna. Tudo ainda está preto e branco. A música estará mais baixa, lenta e pulará ocasionalmente. Tentar falar com as pessoas é inútil; você não consegue interagir com ninguém.
No Pokémon Yellow, a imagem do Pikachu que te segue se torna a do Ghost de Lavender Town. Se você checar seus pokémons, verá que todos estão com o mesmo status, nome e movimentos de antes, mas todas as suas imagens terão mudado para a do Ghost. Se você tentar ir na grama e procurar um pokémon selvagem, eles quase que imediatamente vão fugir de você.
Volte para a caverna de onde você saiu. Ali agora é o único lugar onde você pode lutar com pokémons selvagens e outros treinadores, enquanto você não usar o “Flash”.
Eu descobri recentemente que se você jogar desse modo por tempo suficiente, você encontrará um treinador que usa a imagem do personagem principa. Ele se destaca porque é a única coisa colorida do cenário
No entanto, se você tentar falar com ele, uma caixa de texto aparece dizendo “Onde você acha que está?”. A tela fica preta e você ouve a música distorcida, um baque, ou o grito de antes.
Em 1284, a cidade de Hamelin estava sofrendo com uma infestação de ratos. Um dia, chega à cidade um homem que reivindica ser um "caçador de ratos" dizendo ter a solução para o problema. Prometeram-lhe um bom pagamento em troca dos ratos - uma moeda pela cabeça de cada um. O homem aceitou o acordo, pegou uma flauta e hipnotizou os ratos, afogando-os no Rio Weser.
Apesar de obter sucesso, o povo da cidade abjurou a promessa feita e recusado-se a pagar o "caçador de ratos", afirmando que ele não havia apresentado as cabeças. O homem deixou a cidade, mas retornou várias semanas depois e, enquanto os habitantes estavam na igreja, tocou novamente sua flauta, atraindo desta vez as crianças de Hamelin. Cento e trinta meninos e meninas seguiram-no para fora da cidade, onde foram enfeitiçados e trancados em uma caverna. Na cidade, só ficaram opulentos habitantes, repletos celeiros e despensas bem cheias, protegidas por sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.
E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.
Polybius é um jogo que apareceu nos fliperamas por volta de 1981, diponível apenas em arcade. O jogo foi revolucionário para a época, sendo muito colorido e colocando o jogador na mão contrária dos jogos convencionais da época. Em vez de vc ser uma nave que atirava nas pedras que vinham da tela, vc jogava as pedras na nave! Mais ou menos isso.
O fato do Polybius ser muito colorido e ficar piscando muito, fez com que muitas pessoas tivessem ataques de epilepsia. E um garoto morreu por ataque epilético.
Ai começa a história, o Polybius foi recolhido, fez sucesso no pouco tempo que ficou, mas não teve nem tempo de sair dos EUA...
O jogo foi criado pela empresa Sinneslöschen (Em alemão que dizer algo como “inibidor de sensorial”), que pela história só criou esse jogo mesmo...
A década de 80 é marcada por lendas urbanas e esse jogo ao sumir do mapa ganhou várias histórias...
Os fatos são contados pelos que jogaram o Polybius e pelos donos das lojas que tiveram a maquina.
Segundo os donos frequentemente apareciam pessoas vestidas de preto que vinham verificar dados das maquinas.
Dizem que o jogo podia causar vários efeitos como insônia, pesadelos, distúrbios. e pela tela ao lado os problemas eram opcionais de acordo com o que os homens de preto queriam.
Jogadores afirmam que o Polybius viciava muito, a ponto da pessoa não querer jogar nenhum outro jogo. Isso além do enjôo, vômito e até vontade de se suicidar. Falam também que o jogo psicodélico piscava muito e mostrava várias mensagens subliminares entre as "piscadas". A Teoria conspiratória diz que a máquina foi feita pelo governo americano na época da guerra fria para controlar as pessoas, com hipnose, controle da mente entre outros métodos.
Fonte: MedoB
A partir de hoje, teremos mais novidades e variedades no blog. Teremos quadros como Destruindo Infancias e uma fanfiction chamada Contos de Silentown, que conta sobre um garoto que achou o cartucho perdido de Diablo e relatou tudo o que aconteceu no jogo, desde coisas estranhas a coisas amedrontadoras. Um preview do primeiro episodio vai ser postado no dia 21/06.
Esse garoto foi na casa do tio e teve a chance de escolher 3 jogos se ele trouxesse um VHS antigo para gravar algo. Os jogos eram: Crash Racing, Mario Kart e Pokemon Platinum. O garoto escolheu Pokemon Platinum e o jogou. Ele descobriu que algo sobrenatural foi isolado no jogo e tem que aturar as consequencias disso no mundo real e assim o garoto descobre segredos familiares e principalmente, do anime.
Estou inaugurando o novo quadro do blog: Destruindo Infâncias, que vai apresentar creepypastas de desenhos infantis que todos assistimos quando tinhamos 3-5 anos. Assim, a nostalgia pode ser aterrorizante por vir de uma creepypasta.
O piloto do quadro vai ter uma horripilante creepypasta de um desenho (muito besta, por sinal) que todos assistiam quando tinham 3-5 anos: Dora, a Aventureira.
Se estiverem curiosos para lerem a creepypasta, passem da "linha do terror".
Eu amava Dora quando eu era uma garotinha. Eu sinceramente não gosto muito dela agora, mas quando minha prima Lauren pediu-me para tomar conta de seu filho de 18 meses de idade, Lucas, eu decidi que Dora iria entretê-lo um pouco.
Nós assistimos alguns episódios em um DVD antigo que encontrei em minha caixa de bebê. Nós estávamos nos divertindo até que eu percebi que era hora de cochilo de Lucas. Então eu parei a TV e coloquei-o na cama. Depois que ele estava dormindo, voltei para desligar a TV. No segundo em que eu entrei na sala eu ouvi a abertura do desenho. Eu pensei: "Hum, eu pensei que tinha pausado isso." Ah, bem, eu decidi que outro episódio não ia doer. Afinal de contas, eu não estava indo tão bem em espanhol.
Sentei-me no sofá e brincava com um dos pequenos carros de brinquedo de Lucas. Eu me perguntava que episódio de Família da Pesada, meu programa favorito, seria exibido naquele dia quando uma explosão de estática interrompeu meus pensamentos. Eu agarrei rapidamente o controle remoto e coloquei no mudo, e quando a estática parou aumentei o volume para 1.
Dora estava falando, mas ela tinha uma expressão sombria no rosto, em vez de seu habitual sorriso amigável. Ela disse: "Olá. Hoje vamos aprender sobre o corpo de um macaco." Sua voz era do sexo masculino. Eu estava um pouco confuso. De repente, seus olhos ficaram hiper-realistas e sangrentos. Eu lutei contra a vontade de tocar na tela para ter certeza de que era apenas uma imagem.
Ela sorriu bastante. Estremeci quando vi o sorriso dela crescer. Seus dentes eram afiados e seus olhos eram de repente minúsculos. Eu vi um flash de algo. Eu nervosamente voltei o vídeo e vi um gatinho mutilado. Engoli em seco e lágrimas encheram os meus olhos. Eu geralmente só sou emotiva quando eu fico com raiva, mas eu amo gatinhos. Eu olhei para ele e percebi que não era um gatinho, mas o MEU GATO, Stich. Ver o meu doce amor assim me fez chorar. Agarrei meu Brian Griffin (N/T: Personagem de Família da Pesada) de pelúcia e o DVD começou a rodar por si só. Era como se alguém quisesse me fazer ver isso.
Eu vi Dora agarrar a orelha de Botas e lentamente rasgar seu rosto por inteiro. "Eca!" eu disse. Não senti tanto nojo desde que vi aquele fanfiction sobre Cupcakes.
Eu abracei meu Brian quando Botas uivou. Eu estava chorando histericamente. Ouvi muitos outros ruídos de alguém sendo rasgado e gritando, mas eu estava com muito medo de assistir. Eu sentei encolhida sob um cobertor até o barulho parou.
"É o fim." Pensei. "Oh meu Deus, que coisa horrível."
Ainda segurando Brian saí do cobertor e corri para o banheiro. Vomitei o suficiente para alimentar um exército.
Eu desliguei a TV, agarrei Lucas, e imediatamente liguei para o 911.
Lauren e Jonathan voltaram para casa com pressa e eu expliquei à polícia o que tinha acontecido. Eu relutantemente lhes mostrei o vídeo e eles ficaram revoltados. Eu insisti que tinham de destruí-lo, mas em vez disso recolheram cada cópia do DVD. Surpreendentemente, apenas alguns tinham o vídeo perturbador. Fui levada para a terapia para superar o trauma.
Eu sinceramente não sei o que aconteceu com o vídeo. Tudo o que eu me lembro é de estar sentada no escritório de polícia, abraçando Brian e implorando para destruirem aquela coisa.
Se você alguma vez se deparar com o vídeo, por favor, estou implorando, entre em contato com as autoridades. Isso me marcou para a vida inteira e eu não quero que isso aconteça com você também.
Você se lembra dos Rugrats, aquele desenho infantil da Nickelodeon? Bom,
uma coisa que você provavelmente não sabia, é que o criador do show,
Gabor Csupo, inicialmente havia planejado uma versão de Rugrats chamado
"Rugrascals", para ser reprisado a noite, com humor muito mais adulto.
Contudo,
já que todos os canais principais acharam o piloto (Primeiro episódio)
do programa muito perturbador, eles se recusaram a transmitir o show, e
como resultado, ninguém nem chegou a ouvir falar sobre isso. No entanto,
uma estação em Wellington, Nova Zelândia, se enganou e reprisou o
desenho no período da manhã, achando que era apenas um episódio normal
de Rugrats. O episódio piloto (E único) do programa se chamava
“Chuckie’s Mom (A mãe de Chuckie)".
A introdução começou
normalmente, porem no final, quando Tommy joga o leite na tela, o efeito
sonoro era muito mais alto do que o normal, e o leite simplesmente
permaneceu lá por cerca de 10 segundos. Então o nome do episódio
apareceu no meio da tela. Tudo começou como um episódio normal, com os
bebês brincando e conversando no cercadinho. Eles começaram a falar
sobre suas mães, quando de repente, Chuckie teve um flashback.
No
flashback, Chuckie estava no hospital ao lado de sua mãe na cama, que
estava morrendo de uma doença desconhecida. Ela cantava "Você é meu sol,
o meu único raio de sol" para Chuckie com uma voz muito fraca, como se
ela estivesse prestes a morrer, mas quando ela cantou a segunda estrofe
da canção, ela começou a tocar ao contrário. Uma foto de Chuckie
apareceu na tela, em frente de uma filmagem ao vivo de uma galinha sendo
decapitada, o que de acordo com algumas pessoas, serve para representar
a morte. De repente, Chuckie se vira e grita, e quando olha para sua
mãe, o rosto dela tinha um boca real de um homem colado nela, dizendo:
"Não se preocupe Chucky, é hora de eu seguir em frente", com uma voz de
homem.
Um monte de clipes aleatórios em live action foram
mostrados, que representavam a morte, como uma vaca andando em uma caixa
com a palavra "abatedouro" cruelmente desenhado ao lado, imagens do
motim de Los Angeles, desenhos e outras imagens reais de um homem
sofrendo de AIDS, e em seguida, morrendo. Você pode ouvir Chuckie
gritando o tempo todo. Uma foto da mãe do Chuckie aparece novamente,
desta vez com um bico de galinha colados em sua boca, dizendo: "Você não
se lembra onde tudo começou?" O episódio então corta para cenas reais
de ultra-sonografias de um parto. Cerca de 1 minuto depois dessas cenas,
você ouve mãe do Chuckie dizer "Você não é um garotinho de sorte,
Chuckie?", e então um feto de manequim apareceu.
Neste momento,
você vê Chuckie sair do flashback, tendo uma convulsão. Tommy, Phil e
Lil estavam chorando, e um médico tentava acalmá-lo, dizendo: "Chuckie?
Chuckie? Voce pode me ouvir?" com uma voz severa. Eventualmente, depois
de tossir e vomitar bastante sangue, Chuckie volta aos seus sentidos.
Vemos então o episódio do ponto de vista do Chuckie, vendo Tommy, Phil,
Lil e o médico com bicos de galinhas reais em seus rostos, cacarejando.
Uma foto de uma criança muito parecido com Chuckie aparece gritando, e a
câmera dá um zoom em seu rosto.
Após isso, os créditos normais
apareceram, seguidos de 15 minutos de estática, já que o canal não tinha
mais nada para passar. Surpreendentemente, embora o episódio tenha sido
assistido por muitas crianças, apenas um adulto que estava assistindo
(Eu) tem falado sobre isso até agora. Fiquei muito confuso, ao descobrir
que as taxas de suicídio de crianças haviam aumentado drasticamente na
Nova Zelândia naquele ano.
Uma imagem foi encontrada numa casa. Essa casa havia sido abandonada e foi arrematada por um grupo de empreendedores. Ao verem se a casa tinha algo de precisoso, eles encontraram a imagem que estava muito estranha: uma menina estranha devorando algo. A imagem estava meio antiga, e os empreendedores estranharam. Eles disseram que ao olhar por 5 minutos para a imagem, eles ficavam com ela gravada na mente e tinham altos pesadelos. Eles sonharam com um homem de preto, e seu fundo era a mesma estrela usada no tabuleiro do "jogo do copo".
Eles relataram que o homem controlava suas mentes e pensamentos, tornando o pesadelo cada vez mais aterrorizante. Ele se aprofundava nos medos das pessoas, e quando a pessoa via seus medos, ela via o rosto do homem de preto que dava uma risada. As pessoas acordavam, e estranhamente uma parte do cobertor cobria seus olhos. Eles pensaram que o homem existia e apareceria ao retirar o cobertor, mas nada aparecia.
Se retornasse a dormir, a pessoa ficava presa no sonho outra vez. A pessoa para em uma linha mental que representa o universo original. Tudo parece real, mas as pessoas voltam no tempo em que elas tinham 5 anos. Quando eles verificam o quarto, descobrem que seus pais foram substituidos por capangas do Homem de Preto. E a mãe se parece com a menina da imagem que gera os pesadelos, ela fala algo parecido com "como esse idiota escapou do cerco mental?"
E depois, o homem de preto aparece, e tudo parece ser sugado para algo branco. E seus piores medos aparecem em sonhos variados. Os empreendedores relataram ter conseguido fugir para o mundo real as 5:15 da madrugada, e relataram ter ouvido esta frase: "sua vida é pura ilusão". Um deles nunca mais conseguiu acordar, investigadores paranormais relataram que ele foi preso no sonho pelo Homem de Preto. Nenhum advogado conseguiu identificar os moradores da antiga casa, exceto um: Lailelb Benike. Ele veio da Europa, e sempre aparecia nas janelas olhando para as pessoas, sempre usando um capuz preto. Ele desapareceu no dia 6 de outubro de 1925.
Eu mesmo (dono do Creepy Center) olhei para a imagem por 5 minutos. Eu realmente passei pelo o que os empreendedores passaram, e garanto que isso é extremamente pertubador.
A imagem foi divulgada no 4chan em 2011. E nesse ano, muitos adolescentes ficaram em coma depois de olhar para a imagem por 10 minutos. E os que sobreviveram relatam ter andado por uma casa e viram uma mulher com um sorriso maligno matando todos da casa. E o homem de preto misterioso aparecia olhando para as pessoas, e elas viam seus medos na TV, rindo para eles.
Esta é a imagem que motivou os pesadelos misteriosos (fonte da imagem: Minilua). Mas tomem cuidado: olhem para a imagem por 5 minutos ou mais por sua conta e risco.
Oi, caros leitores. Hoje estou aqui para falar de mais uma creepypasta: Lavender Bass. Um garoto descobriu que Lavender Town tem muitas (e aterrorizantes surpresas). A creepypasta vai ser contada em forma de relato.
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Para começar as coisas, sempre fui apaixonado pela música de Lavender Town. Ela definitivamente tinha um passado, e eu nunca quis parar de ouvi-la. Eu tinha 13 anos quando os meus pais compraram o jogo Pokémon Yellow. Eu joguei as versões Blue e Red, eu não consigo lembrar onde eu consegui o jogo. Em 2004, meu amigo James me trouxe o jogo LeafGreen. Amavamos a região de Kanto, porque era a "original", segundo James, a melhor cidade. Nós dois estávamos animados para jogar. Eu queria o jogo oposto, FireRed, porque Charizard sempre esteve em minha mente como o melhor Pokémon. Eu já tinha jogado o Ruby.
No ano seguinte, eu tinha me mudado, mas antes James me deu o cartucho. Eu tinha esquecido completamente sobre isso, então, eu tinha jogado o arquivo salvo, "KENNY", no meu GBA. O jogo tinha todos os 150 originais, exceto Charizard e Bulbasaur. O jogo foi salvo em Lavender Town. Eu fiquei com um arrepio. E mais ainda quando eu notei que a música da cidade era mais aterrorizante do que nunca. Eu coloquei o cartucho em dual-slot do meu DS Lite e ligado o DS no meu amplificador de guitarra, para obter melhor qualidade de som. Eu queria tocar a música tema de Lavender Town e da Torre Pokémon. Eu abaixei o volume do meu DS. Se tivesse sido com o volume pela metade, ele teria explodido o alto-falante. Eu ouvi novas batidas que eu nunca ouvi o jogo emitir, e um zumbido, um monte de estática, e isso até ficou mais alto. Para verificar se era o jogo ou o DS, eu fui silenciar e o som estranho sumiu. Apenas um som puro. Algo não estava certo. Voltei para Lavender Town, pensando que a qualidade do jogo não estava à altura dos padrões. Depois que eu verifiquei o som, eu não tinha tocado no meu DS por cerca de 20 minutos, porque eu estava tentando aprender a melodia. No clímax da música, a estática se intensificou, como um sinal de rádio fora da área. Então, a música aumentou, gerando um zumbido horrível com ele. Eu corri para desligá-lo, mas mesmo antes de eu ir, eu ouvi um estalo alto. O amplificador ainda estava ligado, mas nenhum som emitido. A música estúpida zombava de mim, já que ainda cantarolava através do ar. Eu aprendi a música, mas ao custo da minha sanidade.
Charlie Noonan foi um folclorista amador que viajava pelo
Sul e sudoeste dos Estados Unidos no começo do século 20, coletando lendas e
histórias sobrenaturais. De acordo com sua esposa, Ellie, foi contada a Charlie
uma história por um fazendeiro de Oklahoma sobre uma estranha mulher que vivia
sozinha em uma propriedade isolada na divisa do estado. O fazendeiro afirmou que
a mulher não era realmente uma mulher, mas outra coisa, algo que escondia sua
verdadeira natureza com um lenço na cabeça e nunca era vista sem um enorme
cachorro do seu lado. Noonan estava aparentemente muito intrigado e foi atrás
dessa senhora em uma de suas viagens. Ele nunca mais foi visto.
Ellie Noonan foi contatada mais tarde por um penhorista de
Tulsa que se lembrava de ter lido nos jornais sobre o desaparecimento do marido
dela, depois de ver o nome dele gravado em uma câmera que tinha sido vendido em
sua loja por um itinerante. O penhorista devolveu-a a câmera, e Sra. Noonan
revelou o filme que estava dentro tentando achar pistas do desaparecimento o
marido. Essa era a única foto no rolo. Infelizmente, nem o local da propriedade,
nem o nome do fazendeiro que tinha contado a história estava anotado nas
anotações de Noonan.
Já notou como, em histórias de terror, os animais podem sentir espíritos que vocês (os humanos) não podem?
Já notou como os espíritos podem se mover incrivelmente rápido? Cientistas dizem que cães (e outros animais) não podem assistir TV, pois seus olhos são mais eficientes do que os nossos, e tudo o que vêem na TV é uma imagem ou apenas estática.
Basicamente, os vídeos são feitos de imagens rodando a uma alta taxa de velocidade, certo? Seria como se eu acelerasse um vídeo em até 100x, tudo o que se vê é estática, certo? Mesma coisa com cães.
Agora,e se os espíritos não são transparentes? Eles são completamente visíveis, mas eles se movem muito rápido para nós conseguirmos ver. Esse pode ser o motivo de que os animais podem vê-los e nos não podemos. Isso explicaria as sombras que você vê às vezes pelo canto dos seus olhos...
Ou que seu animal de estimação está encaramdo agora?
Gostaria de contar sobre uma coisa que ocorreu em minha cidade (Araras, no interior de São Paulo) no ano de 2009.
Naquela época, eu possuía um amigo de nome Sidney, que nasceu no mesmo ano que eu (1984). Ele sempre foi um sujeito legal, mas possuia uma característica que eu não gostava: um senso de humor bastante azedo, que beirava o desrespeito e a falta de educação. No começo do ano, eu, ele e outro colega assistíamos a primeira corrida do Mundial de Fórmula-1, quando ele disse a seguinte frase: "Esse título nem DEUS tira do Jenson Button". Na hora eu não disse nada, mas não gostei da frase...
O campeonato acabou e o título foi mesmo parar nas mãos desse piloto. Então, meu amigo escreveu um e-mail para uma revista sobre automobilismo, onde descrevia seu "feito". O e-mail foi publicado. Dias depois, nós nos reunimos em uma lanchonete, junto a outros amigos, como fazíamos todos os sábados. Naquele dia, Sidney levou a revista e ficou mostrando a todos. Depois, ele começou a dizer que "havia vencido Deus". Alguns riam, enquanto outros apenas balançavam a cabeça em tom de reprovação. De repente, um senhor se aproximou de nossa mesa e disse: "Rapaz, você não deveria brincar com essas coisas". Dessa vez, ninguém riu. Eu achei esquisito, pois o local é frequentado quase que exclusivamente por jovens e estranhei a presença de um homem daquela idade ali.
No sábado seguinte, nos reunimos novamente, mas o Sidney não estava conosco. Não estava naquele dia e não estaria nunca mais. Ele morreu após sofrer uma convulsão. Segundo os familiares, o médico disse que ele havia sofrido uma emoção muito forte. Talvez, tenha visto algo que o impressionou muito.
Quanto a revista, eu nunca mais a vi depois daquele dia. Eu apenas me lembro que, na capa, havia uma foto do Rubinho Barrichello.O curioso é que eu já pesquisei em vários sites de sebos virtuais por revistas lançadas no final de 2009, mas nunca mais a achei. Alguns colegas, para os quais contei essa história, também não a encontraram. Um conhecido do meu pai, que coleciona coisas relacionadas a Fórmula 1, disse que não tinha nenhuma revista que batesse com a descrição que eu dei. Mas eu tenho certeza absoluta de que ela existe e que a vi!
Ok, pra começar, sou um GRANDE fã do desenho Padrinhos Magicos. Assisto sempre
que posso. Ultimamente, tenho estado muito ocupado com a vida real, então acabei
perdendo um monte dos episódios novos da 5 ª temporada. Uma vez que o DVD com a
temporada completa foi lançado, tentei comprá-lo, mas não tinha dinheiro
suficiente. Um dos meus amigos também era um grande fã do desenho, e ele acabou
me emprestando sua cópia do DVD para que eu pudesse ver os episódios que perdi.
Quando peguei a cópia, vagamente percebi que o logotipo da Nickelodeon estava
faltando na capa. Porem, não parei para analisar isto quando peguei o DVD. Nas
próximas semanas, assisti aos poucos todos os episódios sempre que podia. Quando
eu estava prestes a terminar, no entanto, notei algo estranho. Havia um episódio
#21. Todas as temporadas, inclusive esta, tinham somente 20 episódios. O
episódio 21 se chamava "Doce Vingança". Pesquisei o episódio acima, mas sem
sucesso. Então, como você pode adivinhar, escolhi o episódio e comecei a
assisti-lo... E é ai que as coisas começam a ficar fudidas.
O episódio
começa com uma qualidade extremamente boa, quase melhor do que a dos os outros
episódios. Já o episódio em si começa como qualquer outro episódio: Timmy
acorda, seus padrinhos mágicos o cumprimentam, etc, etc. Cerca de 1 minuto
depois, depois que ele sai de seu quarto, ele desce as escadas por cerca de 5
segundos, até que seu pai entra pela porta da frente segurando um enorme facão
todo sujo de sangue em suas mãos. Timmy, tão apavorado quanto eu estava neste
momento, grita meio choroso: "Papai, o que você fez?!?"
Seu pai resmunga
alguma coisa, mas você mal consegue entender uma palavra sequer do que ele diz,
exceto pela palavra "berg". Minha mente estava apavorada demais para processar
alguma coisa. Então seu pai anda normalmente (mas com aquela sensação maldosa de
quem sucedeu algo) até a sala para a cozinha, onde ele limpa o facão com um pano
e o guarda no armário como se nada tivesse acontecido. Minha mente queria parar,
mas continuei assistindo.
A cena seguinte mostrava Timmy brincando em seu
quarto, com uma expressão de medo, como se tivesse acabado de ver um fantasma
matar seu pai. A câmera muda para um ângulo diferente, onde você pode ver por
fora da porta, e então, a forma de seu pai anda vagamente pelo corredor com o
facão na mão. Cosmo instantaneamente avisa Timmy o que estava acontecendo, e
eles tentam desaparecer para longe, mas o pai do Timmy freneticamente entra no
quarto e tenta pega-lo, e com isso, acaba jogando o facão em Timmy,
terrivelmente errando e acertando bem no meio de um dos olhos do Cosmo. Cosmo
solta um grito muito agudo a desesperado e começa a correr em circulos, enquanto
muito sangue é derramado por todo o quarto. Wanda, pensando que Cosmo já teria
desaparecido, também desaparece, não sabendo o que aconteceu ao seu marido.
Timmy, sendo tele transportado a uma parte da cidade pouco movimentada, tenta
achar um telefone e ligar pra polícia.
Quando ele finalmente encontra um e pega
o telefone público, ele instantaneamente ouve uma voz... Era a voz de seu pai,
exceto que sua voz estava sendo abafada por uma voz um pouco mais demoníaca.
Assustado, ele fecha os olhos com força e tenta acordar, como se estivesse
dentro de um sonho. Porem, antes que perceba, ele não consegue mais abrir os
olhos, e aparentemente eles estavam derretendo sem parar, como cera de vela,
impossibilitando que Timmy abra-os novamente.
Depois disso, ele acorda
assustado em sua cama como se nada tivesse acontecido. Só que suas fadas não
estavam lá para cumprimentá-lo, mas ele podia ouvir uns sons de choro vindo do
outro lado do quarto. Quando Timmy, desta vez com uma expressão muito séria no
rosto, olha para seu lado direito, ele vê que os sons de choro estavam vindo de
Wanda; ela estava deitada no chão chorando sem parar, e 5 segundos depois, pude
entender porque... A câmera se afasta para mostrar o cadáver de Cosmo, o facão
ainda enfiado em seu crânio, com seus olhos arrancados e o sangue escorrendo em
volta dele. Timmy olha para fora de sua janela, somente para ver alguns de seus
vizinhos empalados pela cabeça em um espinho gigante no meio da rua. Então a
câmera muda para mostrar o rosto de Timmy. Seus olhos se enchem de sangue, e
vários flashes de uma espécie de código binário aparecem ao redor da tela, e
então, os créditos finais aparecem. Rapidamente olhei para um dos códigos
binários, e consegui traduzi-lo: "Ele foi o primeiro, você é o próximo. Quando
ver a luz vermelha, sua vida irá acabar."
Eu estava completamente pálido
de tão apavorado, porem mais tarde naquele dia, fiquei sabendo que um lunático
havia assassinado 3 pessoas, enfiando-as em uma estaca pela cabeça, perto dali.
Eu estava tão assustado que meu coração quase parou por completo. No dia
seguinte, meus pais LITERALMENTE tiveram que me obrigar a ir à escola. Quando
cheguei lá, fechei meus olhos, quase em posição fetal, quando de repente vi um
flash de uma luz muito brilhante e vermelha. Eu fiquei tão assustado que quase
me caguei de medo. Quando abri meus olhos, eu vi o amigo que havia me emprestado
o DVD, morrendo de rir.
666-9-11-01-002. Esse foi o telefone que aterrorizou/matou diversas pessoas em Dayton, Ohio. Este telefone foi pela primeira vez recebido por uma central policial em 1999. O policial ficou aterrorizado ao ouvir a estranha chamada.
Essa foi a seguinte conversa:
"Boa noite, departamento policial de Ohio. O que gostaria?"
"De ver suas tripas mutiladas."
"Pare com esta brincadeira."
"Logo quando ela ficou divertida?"
"Eu vou rastrear o seu celular..."
"Eu sei de cada detalhe da sua vida. Sei que tem 37 anos, e tem um filho de 5 anos. Seria uma pena se ele morresse."
"O que vai fazer com ele?"
"Foi pra te assustar. Mas seria uma pena se sua familia te encontrasse morto."
De repente, o telefone emite uma risada demoniaca e um som estranho e distorcido, de gritos de terror, e desliga. 6 dias depois, o policial foi encontrado morto, vitima de um infarto. Mas o laudo apontou que seu corpo estava perfeito, e que o policial fez um exame um dia antes de sua morte, e NENHUM risco de infarto foi apontado! As pessoas que rastrearam o 666-9-11-01-002 morreram ao encontrar o tal telefone. Nem se sabe se foi uma pessoa que fez isto.
666-9-11-01-002 foi o nome de uma seita religiosa que dizia "prever o futuro". Essa seita seria formada por ex-padres, que usavam de rituais para matar as pessoas. Os membros da seita foram presos em 1991, mas fugiram antes de serem condenados a morte. Curiosamente, "9-11-01" significa "11-9-01" no Brasil, e 11 de setembro de 2001 foi a data onde atentados foram feitos nos Estados Unidos. E o 002 representa as duas torres que foram explodidas durante os atentados.
A partir deste dia, o tal telefone agiu e matou diversas pessoas misteriosamente outra vez. O caso ficou conhecido como "o assassino do outro lado da linha". Em 11 de setembro de 2001, todos os membros da seita 666-9-11-01-002 foram mortos misteriosamente, vitimas de um infarto fulminante em suas casas. Os policiais se surpreenderam, ao ver no celular de um deles a seguinte mensagem do 666-9-11-01-002:
"Estes seres foram condenados ao insultarem nosso nome"
O caso foi arquivado, e o tal "assassino do outro lado da linha" nunca foi encontrado. Ele parou de agir no dia 6 de junho de 2006, quando mais de 30 pessoas morreram de infarto fulminante ao atender o 666-9-11-01-002. O incidente foi pouco conhecido nas demais cidades do mundo.
Esta história foi postada originalmente no 4chan por um usuário anônimo. O cara supostamente adquiriu um cartucho usado de Pokémon Silver e ficou intrigado com as informações salvas pelo último dono: 999 horas de jogo, 251 pokémons capturados e todas as insígnias dos ginásios coletadas. O treinador se chamava “…” e tinha 6 pokémons: 5 Unowns (pokémons no formato de letras do alfabeto) e 1 Cyndaquil chamado “HURRY” (Corra!). Os unowns soletravam “LEAVE” (Vá embora!).
O jogo começa na Torre Bellsprout, sem áudio algum e aparentemente sem saída, mas o jogador logo encontra uma passagem atrás de um pilar. Ele continua andando até encontrar uma placa que diz “TURN BACK NOW” (Dê meia volta agora). O jogador decide continuar e, sem motivo algum, seu Cyndaquil desmaia e é substituído por outro Unown. Eles agora soletram “HE DIED” (Ele morreu).
O Cyndaquil é substituído por um Celebi e o jogador agora se encontra na Torre Sprout. Todo o cenário está vermelho e os NPC’s não dizem nada. De repente o jogador se vê enfrentando o último rival do jogo. Celebi e Pikachu batalham e ambos morrem no final da disputa. Os Unowns agora soletram “NO MORE” (Não mais). O jogador então percebe que seu avatar perdeu os braços e pernas e se tornou transparente.
O personagem é transportado para sua casa. Sua Pokeagenda não funciona e ao redor
não há nada, além de um abismo escuro. Seu avatar transparente encontra o seu antigo eu, que lhe diz “Goodbye forever…” (Adeus, para sempre…). Os Unowns soletram “IM DEAD” (Estou morto) e você se vê transportado para um cemitério, onde está o seu próprio túmulo. Uma última mensagem diz “R.I.P” (Descanse em paz).
A seguir eu mostrarei um incidente que ocorreu em 1987, quando um hacker invadiu um sinal de TV. Boa leitura.
---//---
No ano de 1987, aconteceu pela primeira vez na história uma invasão ao sinal de
TV. Só isso já seria um fato marcante, mas algo muito estranho aconteceu naquele
dia, pois o hacker que roubou o sinal do estado Wyoming , em pleno o horário
nobre durante o noticiário, começou a rodar um vídeo estranho, que deixou todos
os telespectadores chocados.
O Incidente de Wyoming foi o nome dado a essa suposta invasão. Faltando
apenas 45 minutos para a meia noite, Um hacker conseguiu interromper todas as
transmissões de um canal de programação local (acredita-se que transmitiam
somente para algumas pequenas comunidades no condado de Niobrara), e um vídeo um
tanto estranho de 6 minutos foi posto no lugar da programação.
O vídeo
continha várias cenas de cabeças humanas desmembradas, mostrando diversas
emoções e "poses". A posição da câmera mudava repetidamente (normalmente a cada
dez ou quinze segundos), e o vídeo era muitas vezes interrompido por um anuncio
de "apresentação especial". Além das imagens, há mensagens como "você pode
perder tudo", "você não pode se esconder" e "existe verdade na ficção".
A invasão é muito bem conhecida no local do ocorrido, e provavelmente não seria
tão popular em outros lugares se não fosse pelos efeitos que o vídeo causou em
muitos dos moradores que o assistiram por um longo período de tempo.
As
pessoas que assistiram relatam terem ficado perplexas e muito apavoradas com o
vídeo. Muitos relataram náuseas, vômitos, alucinações, dores de cabeça, dentre
outros sintomas nas semanas seguintes. A maioria das pessoas que viram o vídeo
relataram a sensação de estarem sendo observadas por algo ou alguém.
Enquanto algumas pessoas acreditassem que isso era causado por algum motivo
paranormal, os especialistas afirmavam que a causa desses efeitos colaterais era
a frequência utilizada regularmente, durante a transmissão.
Durante a
invasão, a frequência utilizada era algo entre 17 e 19hz. Esta faixa de
freqüência, quando vista durante longos períodos de tempo, faz com que os olhos
vibrem sutilmente, às vezes causando varios efeitos colaterais, inclusive
alucinações visuais.
Tais ações eram raras, tanto na década de 80 (busca
de Chicago Max Headroom Incident) até hoje em dia, que são ainda mais
raros.
Veja a seguir a transmissão que ficou conhecida como The Wyoming
Incident:
Na nossa primeira postagem, falamos de Diablo e da cidade de Silentown. Pesquisando mais, foi revelado que a cidade fantasma aparece secretamente em Black Version. Um codigo antigo que foi desabilitado, chamado D14BL0 W1N, podia ser usado para hackear o jogo e conhecer melhor Silentown. Se tem problemas cardiacos, deixe de ler esta postagem. Se tem coragem e deseja ficar acordado esta noite, leia.
Inicialmente o jogo era conhecido por sua inabilidade de se instalar
corretamente. O processo de instalação travava o GameBoy instantaneamente
quando o usuário chegava na parte "Concordo com os termos de uso". Outra coisa
estranha com os Termos de Uso é que sempre onde o nome do
desenvolvedor deveria aparecer, era mostrado simplesmente como uma linha branca.
De qualquer forma, as pessoas que dizem ter tido uma cópia original do jogo,
falam que descobriram que para instalar você precisava apenas reiniciar o jogo com o cartucho ainda dentro. Então eles são solicitados a clicar no "EU
CONCORDO" assim que o GameBoy é reiniciado, assim a instalação continua.
O jogo começa sem nenhuma introdução, apenas com um menu principal que é um
desenho gráfico de Sinnoh em forma de uma cidade vazia. O título aparece e então
3 opções principais: "NOVO JOGO, CARREGAR, OPÇÕES".
Selecionando o OPÇÕES o jogo trava e fecha. É dito que o
CARREGAR não tem nenhuma função. Mesmo quando você salvava o jogo, quando
clicava nada acontecia. Portanto. NOVO JOGO era a única coisa que funcionava no
menu inicial.
Se digitar o codigo D14BL0 W1N neste jogo Black Version, um Youngster aparece, do nada, e te faz uma pergunta para destravar algo, e uma porta aparece.
"Quer abrir esta porta? Se dizer sim, pode encontrar a felicidade. Se recusar, pode continuar com sua jornada"
Quando se recusa, se segue para sua jornada. Se responder "sim", o jogo te transporta a uma glitch city, cheia de paredes o cercando. Caminhando mais nessa glitch city, uma das mais complexas e bizarras, pode-se achar uma pokebola preta e vermelha. Tocando nessa pokebola, a tela fica preta, e a palavra "Loading..." aparece. Em menos de 1 minuto, flashbacks aparecem, sem direito de skip. O Diablo aparece criando algo desfigurado, parecido com o bug MissigNo. Depois dele ser rejeitado, MissigNo e Diablo destroem a tal cidade e a transformam em Silentown, a "cidade silenciosa". Diablo diz que a felicidade pode ser encontrada nessa cidade, enquanto um treinador morto aparece na tela.
Finalmente, seu jogador pode caminhar pela cidade misteriosa. Ele encontra um Surge ferido, que explica que ele deve sair dali imediatamente. Nuvens em forma do MissigNo o perseguem. De repente, uma lapide escrita "RIP Pikachu" aparece com uma imagem do Ash estrangulando o Pikachu. Seu jogador acaba parando no ginasio onde tem que lutar contra Diablo, Ghost, MissigNo e seu treinador ausente possivelmente chamado de "Fred". Uma grande imagem aparece na sua tela deste tal Fred.
Esta imagem gráfica descrita como "um bilheteiro de cinema só que ao invés de feições, tem uma
espiral no rosto" aparece e fica diante do personagem. Os jogadores do jogo
original dizem que seus corpos congelaram e seus estômagos se reviraram quando
viram a imagem gráfica ( que foi apropriadamente chamada de O Homem Cabeça de
Espiral). Ele fala algo para seu jogador:
"Isto é um jogo. Não uma cidade"
Uma musica ternebrosa toca. O Diablo usa seu ataque, "Mow", contra o seu Pokemon, que rapidamente acaba derrotado. Mas um Arceus aparece no lugar dele e o derrota com o "Judgment", e o treinador espiral diz que queria matar Diablo para mostrar seu "ataque surpresa" juntamente com o Ghost e o MissigNo. O ataque do Ghost, o Curse, e o do MissigNo, Armagedon, se fundem e corroem todo o ambiente, fazendo-o ficar da cor de MissigNo. Seu treinador tenta fugir mas uma parede de tijolos o barra.
Alguns jogadores dizem que essa parede pode causar uma luz mortal sob os jogadores. MissigNo se aproxima do seu personagem e rapidamente o mata expelindo suas tripas. O jogo fica com a tela preta e o personagem se encontra, em forma de zumbi, uma porta aparece na sua frente e o treinador espiral aparece falando algo em forma de caracteres corrompidos, mas que queriam dizer algo como:
"Se atravessar aquela porta, vai cometer a maior tolice de sua vida, atravessando os niveis"
Imediatamente, os jogadores desligaram. O unico jogador que atravessou a porta foi encontrado morto com seu GameBoy. Ninguém sabe o que "OS OUTROS NÍVEIS" são, significam ou como acessá-los.
Também é desconhecido o porque do Homem Cabeça de Espiral causa tanto medo
naqueles que o tenham o visto no jogo. Os policiais encontraram na tela do GameBoy algo que os deixou aterrorizados: uma foto do Homem-Espiral.
Os cartuchos encontrados com o codigo foram perdidos. Alguns foram falsos, mas o unico verdadeiro foi encontrado com o tal jovem morto. Curiosamente, o nome da "Nintendo" estava ausente em ambas as capas: verdadeiras ou falsas, sem nome de distribuidor ou treinador. Apenas a imagem da capa e o simbolo PokeMon da cor vermelha. O mais estranho, foi que este treinador espiral apareceu em outro jogo hackeado: O Cinema.
Criei recentemente um mundo novo em single-player no Minecraft. Tudo estava normal no início quando comecei a derrubar árvores e elaborar de uma bancada. Eu notei algo se mover entre a densa neblina (Meu computador muito lento, por isso tenho que jogar com a distância minúscula). Pensei que fosse uma vaca, então a segui para pegar algumas peles para armadura.
Embora não era uma vaca. Quando olhei para trás vi outro personagem com o skin padrão, mas seus olhos estavam vazios. Eu não vi nenhum nome de pop-up, e eu chequei se para ter certeza que eu não estava no modo multiplayer. Ele não ficou muito tempo, olhou para mim e rapidamente correu para dentro do nevoeiro. Eu o segui por curiosidade, mas ele desapareceu.
Continuei com o jogo, não sei o que pensar. A medida que expandia para o mundo, vi coisas que pareciam fora do lugar para o gerador de mapas aleatórios: 2x2 túneis nas rochas, pequenas pirâmides perfeitas de areia no oceano, e bosque de árvores com todas as suas folhas cortadas. Sempre acho que vi o "player" de outros no nevoeiro profundo, mas eu nunca fui lá confirmar. Eu tentei aumentar a minha distância a medida sempre que eu o vi, mas não adiantou.
Eu salvei o mapa e fui no fórum para ver se alguém havia encontrado o pseudo-jogador. Não havia nada sobre o assunto. Eu criei meu próprio tópico dizendo do homem e perguntando se alguém teve uma experiência semelhante. O post foi apagado dentro de cinco minutos. Tentei de novo, e o tema foi excluído ainda mais rápido. Recebi um PM de nome contendo 'Herobrine "uma palavra:' Pare '. Quando eu fui olhar o perfil do Herobrine, a pagina deu 404 ( pagina nao encontrada )
Recebi um email de outro usuário do fórum. Ele afirmou que o mods podem ler as mensagens do usuário no fórum, por isso ficamos mais seguros através do email. O usuário alegou que tinha visto o jogador mistérioso também, e teve um pequeno diretório de outros usuários que já tinham o visto. Seus mundos eram cheios de recursos, obviamente, pelo homem, e descreveu seu jogador mistério por não ter nenhum aluno.
Cerca de um mês se passou até que eu ouvi do meu informante novamente. Algumas das pessoas que tinha encontrado o homem misterioso tinham olhado no nome "Herobrine" e descobri que o nome era usado freqüentemente por um jogador sueco. Depois de recolher algumas informações adicionais, revelou-se ser irmão Notch, o desenvolvedor de Minecraft. Eu, pessoalmente, por e-mail, perguntei a Notch se ele tinha um irmão. Levou um tempo, mas ele me mandou um email de volta, uma mensagem muito curta:
"Eu tinha, mas ele não está mais conosco". ~ Notch
Eu não vi o jogador mistério desde nosso primeiro encontro, e eu não tenho notado qualquer alteração para o outro mundo que o meu. Eu tirei "print screen" quando o vi pela primeira vez.
Salve salve, creepers! Falamos do Diablo na nossa primeira postagem do Blog, e mencionamos que ele tem um "possivel filho": Ghost. Eu prometi falar dele, e hoje vou explicar a lenda do Ghost, que assim como o Diablo, deixou marcas na vida de quem o jogou. Existe uma teoria de que ele era a forma de um dos pokemons que em breve falarei: o MissigNo. A creepypasta vai ser contada em forma de relato.
Mas eu vou avisando: creepypastas podem ser reais OU INVENTADAS. Boa leitura...
Eu sou alguém que você poderia chamar de colecionador de jogos modificados da série Pókemon. Pókemon Diamond & Jade, Chaos Black, etc… É fantástico a frequência com que você encontra modificações dos jogos Pokemon no camelô e em lojas populares. Eles são normalmente muito divertidos. Os erros de tradução e qualidade baixa acabam os deixando muito engraçados. Eu sempre conseguia achar a maioria dos que eu jogava online, mas existe um que eu jamais ouvi qualquer menção sobre ele. Eu o comprei numa lojinha do centro a aproximadamente 5 anos atrás. Aqui uma foto do cartucho, no caso de alguem o reconhecer:
No inicio do game o professor Oak começa a falar, a partir disso podemos constatar que trata-se da versão Red, mas depois de selecionar o seu Pokémon inicial era só olhar lista e você deveria ter em adição o Bulbassaur, o Charmader ou o Squirtle ou um outro pokémon, GHOST. O pokémon era level 1, seu sprite era como o dos fantasmas da Pokémon Tower em Lavender, ele tinha somente um ataque, “Curse” (amaldiçoar), eu sei que existe um outro ataque com esse nome, mas ele não existia nessa geração, então ele provavelmente foi colocado no jogo.
O pokémon adversário não podia atacar Ghost, aparecia na tela de mensagem que ele estava com muito medo para agir e quando o ataque curse era utilizado no meio da batalha, a tela ficava toda preta instantaneamente. O choro do Pokémon adversário era escutado mas um pouco distorcido em uma frequência bem mais aguda que o habitual, quando a tela de batalha voltava ao normal o pokémon adversário havia sumido e se você usasse em uma batalha contra um treinador, quando as pokebolas representando os seus pokémons fossem aparecer no canto da tela, haveria uma pokebola a menos.
Para mim isso tudo deixava subentendido que o pokémon morreu, além disso o mais estranho é que ao vencer um treinador e ver a mensagem “Red recebeu $200 por ganhar!”, a mensagem aparecia novamente e se você selecionasse “Run” a batalha acabaria normalmente mas se você escolhesse “Curse”, quando retornasse ao mapa poderia notar que o treinador havia desaparecido.
Depois de sair e entrar novamente na área dava pra notar uma tumba onde estava o treinador, semelhante as que tinha na Pokémon Tower em Lavender. O jogo muda um pouco depois de derrotar a “Elite Four”, no entanto… Depois de ver o Hall da Fama, que consistia do Ghost e vários outros pokémons level 1, a tela cortava para uma tela preta com a frase: “Alguns anos depois”. De repente o jogo nos leva para a Pokémon Tower onde pode-se notar um velho parado olhando para as tumbas.
Dando a entender que este velho é nada mais nada menos que seu personagem, nesse ponto você não possui mais nenhum pokémon, nem mesmo Ghost que até este momento era impossível de remover de sua party depositando no PC.
O mapa está vazio, não existe mais nenhum NPC, mas as tumbas dos treinadores que foram derrotados durante a sua trajetória ainda estavam lá, outro detalhe interessante é que não importava o lugar que você estivesse, a música da cidade de Lavender continuava em um loop infinito.
Depois de pensar por um momento dava pra se perceber que na Diglett’s Cave um dos arbustos cortáveis, que geralmente bloqueiam o caminho, não estava mais lá, permitindo assim que você retornasse a cidade de Pallet.
Ao entrar na sua casa e ir exatamente aonde o jogo se inicia a tela corta pra outra tela preta e começam a aparecer figuras de vários pokémons que foram derrotados pelo curse. No final, após aparecer a imagem do pokémon do meu adversário surgem também imagens do Youngster, Gambler e meu rival, mas ao passo que estes e muitos outros treinadores iam aparecendo a música da cidade de Lavender começava a ficar cada vez mais aguda, até que na hora que meu rival surge emergindo em um verdadeiro estrondo demoníaco.
A tela fica preta novamente até que a tela de batalha surge, revelando você um velho, em contrapartida Ghost aparece do outro lado seguido pela mensagem: “Ghost wants to fight!”, contudo nesse momento você está impossibilitado de usar itens, nem mesmo pokémons. Se você tentasse correr não conseguiria, a única opção era “Fight”.
Escolhendo lutar, automaticamente você usaria o ataque Struggle (debater-se) que não afetava Ghost e ainda fazia você perder um pouco do seu HP e na vez de Ghost atacar simplesmente aparecia na tela a mensagem “…”.
Quando seu HP chegava a um ponto crítico, ele finalmente usava o seu temido ataque “Curse”, corte para a tela preta pela última vez e independente do que você fizesse você ficava preso nesta tela, só lhe restando desligar seu Game Boy. Quando você ligava novamente a única opção era “New Game”, o jogo havia deletado seu save file.
Eu joguei essa versão várias a várias vezes, o jogo sempre acabava dessa forma. Várias vezes eu tentei não usar o Ghost, mesmo sendo impossível removê-lo, nesses casos no final do jogo não mostrava a foto de qualquer treinador ou pokémon, a tela apenas cortava direto para a cena final de batalha com Ghost.
Eu nunca entendi os motivos por trás da criação desse hack. No entanto ele foi muito pouco distribuido, então não foi por ganho financeiro. O jogo foi muito bem feito para uma versão hack. Parece que este hack na verdade queria transmitir uma mensagem através do jogo, eu não estou muito certo mas seria de que A MORTE É INEVITÁVEL? Ou apenas injetar morte e horror em um jogo infantil?
No mundo Pokémon existe algumas coisas muito intrigantes mesmo, eles são armas mas são seus amigos, eles lutam até a morte mas nunca morrem e estão sempre te esperando no Centro Pokémon mais próximo, curados e prontos para outra aventura. Talvez este seja o ponto mesmo, fazer o jogador se perguntar: “O que acontece quando um pokémon morre?” E talvez isto seja a coisa mais assustadora, talvez as crianças não se perguntem isso, mas após jogar esse jogo certamente irão ter essa dúvida.
Atualmente eu não possuo mais o cartucho, mas não o perdi, livrei-me dele intencionalmente. Apenas voltei para a lojinha onde o comprei e vendi ele barato para o primeiro estranho interessado. Ele achou que o havia conseguido por uma pechincha. Porém eu não contei algo a ele…
Um dia antes, eu joguei o hack de novo, pela ultima vez. Eu joguei normalmente como sempre e terminei o jogo. A tela ficou preta e o jogo congelou, como das outras vezes.
Eu estava pronto para desligar meu game boy quando o telefone tocou, fiquei cerca de 15 minutos no telefone. Instantes depois ouvi alguma coisa vinda do meu quarto. Eu entrei no meu quarto, e vi alguma coisa na tela do game boy. Eu estava excitado, talvez haveria algo mais no hack que eu ainda não havia descoberto. Peguei o Game Boy e haviam duas luzes vermelhas na tela. De repente, apareceu uma mensagem sobre as luzes: “Ghost curses you” (Ghost amaldiçoou você)
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Viram que assim como seu possivel pai, o Ghost deixou marcas em muitas pessoas? Suponha-se que o Ghost tenha sugerido a Diablo reunir todos os bugs em um bug para se rebeliarem.