quinta-feira, 20 de junho de 2013

Contos de Silentown

A partir de hoje, teremos mais novidades e variedades no blog. Teremos quadros como Destruindo Infancias e uma fanfiction chamada Contos de Silentown, que conta sobre um garoto que achou o cartucho perdido de Diablo e relatou tudo o que aconteceu no jogo, desde coisas estranhas a coisas amedrontadoras. Um preview do primeiro episodio vai ser postado no dia 21/06.

Esse garoto foi na casa do tio e teve a chance de escolher 3 jogos se ele trouxesse um VHS antigo para gravar algo. Os jogos eram: Crash Racing, Mario Kart e Pokemon Platinum. O garoto escolheu Pokemon Platinum e o jogou. Ele descobriu que algo sobrenatural foi isolado no jogo e tem que aturar as consequencias disso no mundo real e assim o garoto descobre segredos familiares e principalmente, do anime.



Destruindo Infâncias: #000 - Dora, a Aventureira

Olá, amantes das sombras!

Estou inaugurando o novo quadro do blog: Destruindo Infâncias, que vai apresentar creepypastas de desenhos infantis que todos assistimos quando tinhamos 3-5 anos. Assim, a nostalgia pode ser aterrorizante por vir de uma creepypasta.

O piloto do quadro vai ter uma horripilante creepypasta de um desenho (muito besta, por sinal) que todos assistiam quando tinham 3-5 anos: Dora, a Aventureira.

Se estiverem curiosos para lerem a creepypasta, passem da "linha do terror".

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Eu amava Dora quando eu era uma garotinha. Eu sinceramente não gosto muito dela agora, mas quando minha prima Lauren pediu-me para tomar conta de seu filho de 18 meses de idade, Lucas, eu decidi que Dora iria entretê-lo um pouco.

Nós assistimos alguns episódios em um DVD antigo que encontrei em minha caixa de bebê. Nós estávamos nos divertindo até que eu percebi que era hora de cochilo de Lucas. Então eu parei a TV e coloquei-o na cama. Depois que ele estava dormindo, voltei para desligar a TV. No segundo em que eu entrei na sala eu ouvi a abertura do desenho. Eu pensei: "Hum, eu pensei que tinha pausado isso." Ah, bem, eu decidi que outro episódio não ia doer. Afinal de contas, eu não estava indo tão bem em espanhol.

Sentei-me no sofá e brincava com um dos pequenos carros de brinquedo de Lucas. Eu me perguntava que episódio de Família da Pesada, meu programa favorito, seria exibido naquele dia quando uma explosão de estática interrompeu meus pensamentos. Eu agarrei rapidamente o controle remoto e coloquei no mudo, e quando a estática parou aumentei o volume para 1.

Dora estava falando, mas ela tinha uma expressão sombria no rosto, em vez de seu habitual sorriso amigável. Ela disse: "Olá. Hoje vamos aprender sobre o corpo de um macaco." Sua voz era do sexo masculino. Eu estava um pouco confuso. De repente, seus olhos ficaram hiper-realistas e sangrentos. Eu lutei contra a vontade de tocar na tela para ter certeza de que era apenas uma imagem.

Ela sorriu bastante. Estremeci quando vi o sorriso dela crescer. Seus dentes eram afiados e seus olhos eram de repente minúsculos. Eu vi um flash de algo. Eu nervosamente voltei o vídeo e vi um gatinho mutilado. Engoli em seco e lágrimas encheram os meus olhos. Eu geralmente só sou emotiva quando eu fico com raiva, mas eu amo gatinhos. Eu olhei para ele e percebi que não era um gatinho, mas o MEU GATO, Stich. Ver o meu doce amor assim me fez chorar. Agarrei meu Brian Griffin (N/T: Personagem de Família da Pesada) de pelúcia e o DVD começou a rodar por si só. Era como se alguém quisesse me fazer ver isso.

Eu vi Dora agarrar a orelha de Botas e lentamente rasgar seu rosto por inteiro. "Eca!" eu disse. Não senti tanto nojo desde que vi aquele fanfiction sobre Cupcakes.

Eu abracei meu Brian quando Botas uivou. Eu estava chorando histericamente. Ouvi muitos outros ruídos de alguém sendo rasgado e gritando, mas eu estava com muito medo de assistir. Eu sentei encolhida sob um cobertor até o barulho parou.

"É o fim." Pensei. "Oh meu Deus, que coisa horrível."

Ainda segurando Brian saí do cobertor e corri para o banheiro. Vomitei o suficiente para alimentar um exército.

Eu desliguei a TV, agarrei Lucas, e imediatamente liguei para o 911.

Lauren e Jonathan voltaram para casa com pressa e eu expliquei à polícia o que tinha acontecido. Eu relutantemente lhes mostrei o vídeo e eles ficaram revoltados. Eu insisti que tinham de destruí-lo, mas em vez disso recolheram cada cópia do DVD. Surpreendentemente, apenas alguns tinham o vídeo perturbador. Fui levada para a terapia para superar o trauma.

Eu sinceramente não sei o que aconteceu com o vídeo. Tudo o que eu me lembro é de estar sentada no escritório de polícia, abraçando Brian e implorando para destruirem aquela coisa.

Se você alguma vez se deparar com o vídeo, por favor, estou implorando, entre em contato com as autoridades. Isso me marcou para a vida inteira e eu não quero que isso aconteça com você também.

domingo, 9 de junho de 2013

O lado negro de Os Anjinhos

Você se lembra dos Rugrats, aquele desenho infantil da Nickelodeon? Bom, uma coisa que você provavelmente não sabia, é que o criador do show, Gabor Csupo, inicialmente havia planejado uma versão de Rugrats chamado "Rugrascals", para ser reprisado a noite, com humor muito mais adulto.

Contudo, já que todos os canais principais acharam o piloto (Primeiro episódio) do programa muito perturbador, eles se recusaram a transmitir o show, e como resultado, ninguém nem chegou a ouvir falar sobre isso. No entanto, uma estação em Wellington, Nova Zelândia, se enganou e reprisou o desenho no período da manhã, achando que era apenas um episódio normal de Rugrats. O episódio piloto (E único) do programa se chamava “Chuckie’s Mom (A mãe de Chuckie)".

A introdução começou normalmente, porem no final, quando Tommy joga o leite na tela, o efeito sonoro era muito mais alto do que o normal, e o leite simplesmente permaneceu lá por cerca de 10 segundos. Então o nome do episódio apareceu no meio da tela. Tudo começou como um episódio normal, com os bebês brincando e conversando no cercadinho. Eles começaram a falar sobre suas mães, quando de repente, Chuckie teve um flashback.

No flashback, Chuckie estava no hospital ao lado de sua mãe na cama, que estava morrendo de uma doença desconhecida. Ela cantava "Você é meu sol, o meu único raio de sol" para Chuckie com uma voz muito fraca, como se ela estivesse prestes a morrer, mas quando ela cantou a segunda estrofe da canção, ela começou a tocar ao contrário. Uma foto de Chuckie apareceu na tela, em frente de uma filmagem ao vivo de uma galinha sendo decapitada, o que de acordo com algumas pessoas, serve para representar a morte. De repente, Chuckie se vira e grita, e quando olha para sua mãe, o rosto dela tinha um boca real de um homem colado nela, dizendo: "Não se preocupe Chucky, é hora de eu seguir em frente", com uma voz de homem.

Um monte de clipes aleatórios em live action foram mostrados, que representavam a morte, como uma vaca andando em uma caixa com a palavra "abatedouro" cruelmente desenhado ao lado, imagens do motim de Los Angeles, desenhos e outras imagens reais de um homem sofrendo de AIDS, e em seguida, morrendo. Você pode ouvir Chuckie gritando o tempo todo. Uma foto da mãe do Chuckie aparece novamente, desta vez com um bico de galinha colados em sua boca, dizendo: "Você não se lembra onde tudo começou?" O episódio então corta para cenas reais de ultra-sonografias de um parto. Cerca de 1 minuto depois dessas cenas, você ouve mãe do Chuckie dizer "Você não é um garotinho de sorte, Chuckie?", e então um feto de manequim apareceu.

Neste momento, você vê Chuckie sair do flashback, tendo uma convulsão. Tommy, Phil e Lil estavam chorando, e um médico tentava acalmá-lo, dizendo: "Chuckie? Chuckie? Voce pode me ouvir?" com uma voz severa. Eventualmente, depois de tossir e vomitar bastante sangue, Chuckie volta aos seus sentidos. Vemos então o episódio do ponto de vista do Chuckie, vendo Tommy, Phil, Lil e o médico com bicos de galinhas reais em seus rostos, cacarejando. Uma foto de uma criança muito parecido com Chuckie aparece gritando, e a câmera dá um zoom em seu rosto.

Após isso, os créditos normais apareceram, seguidos de 15 minutos de estática, já que o canal não tinha mais nada para passar. Surpreendentemente, embora o episódio tenha sido assistido por muitas crianças, apenas um adulto que estava assistindo (Eu) tem falado sobre isso até agora. Fiquei muito confuso, ao descobrir que as taxas de suicídio de crianças haviam aumentado drasticamente na Nova Zelândia naquele ano.